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sexta-feira, 15 de março de 2013

VOCÊ AÍ QUE FAZ MUSCULAÇÃO, VEJA !!!!

Oi, amigos, tudo bem ?? Vou deixar um texto do Marcelo Sendon (http://dicasdemusculacao.com), a propósito de musculação e treino ... Vale a pena ler, pois tem muita gente aí que gosta de fazer exatamente o que os profissionais da área do fisiculturismo fazem, sabendo que não é correto ... Lá vai :
"Copiar métodos de treino, alimentação, descanso, periodização e etc, dos profissionais de fisiculturismo é interessante para nós, simples praticantes de musculação?Quem já teve algum tipo de curiosidade e acessou algum vídeo relacionado ao fisiculturismo profissional de treinamento, principalmente entre os atletas que estão no “topo do mundo”, já deve ter reparado o quanto são adaptados os movimentos diversos durante o executar de diversos exercícios. Mais do que isso, muitos deles realizam treinamentos tão específicos que acabam sendo um grande chamariz aos mais leigos pela tremenda “brutalidade de treino”, envolvendo roubos, trancos de coluna, alavancas articulares e outros tantos. Como, normalmente nos inspiramos e tentamos ser ou, pelo menos ter aspectos relacionados aos nossos ídolos, não é infrequente e tampouco incomum que observemos (e até façamos ou já tenhamos feito) algo parecido com o que eles fazem, mas, será que copiar os profissionais da musculação é interessante para todos?
Ao entrar em uma academia ou entrar na prática de qualquer esporte, você é, de maneira formal, instruído ou ensinado a seguir protocolos padrões e, claro, de movimentos seguros e padronizados, além de corretos. É como aprender gramática em um colégio: Você é ensinado da maneira correta e formal a escrever, entretanto, digamos que você decida ser um escritor de livros de poemas informais ou queira atingir um público específico, cheio de gírias, por exemplo, então, você, a partir de conhecer e saber totalmente como e sobre como fazer o correto, passa a a abrir uma segunda forma específica de realizar algo. Agora, imagine se o processo fosse inverso: Você é ensinado da maneira informal ou “de qualquer jeito”… O que você esperaria? O mesmo vale para o treinamento, o que você esperaria de alguém que, desde cedo, realiza treinos de musculação produzidos para a individualidade de outra pessoa?
Os profissionais de fisiculturismo, normalmente estão há anos e anos dentro do esporte profissional, fora o tempo de amadorismo. Isso já seria motivo suficiente para diferenciá-los, afinal, a força, a estabilidade, o conhecimento à resposta do movimento e outros tantos aspectos já praticamente são praxes na vida desses atletas. Mas, não é apenas isso: Certa vez estive com o Mestre Sardinha e o questionei justamente sobre isso, quando me dissera que, dentro da academia era importantíssimo, fundamental e formal ensinar o correto. Em primeiro lugar, para evitar quaisquer tipos de lesões, principalmente em jovens e adolescentes. Em segundo, pois, todos teriam de estar ao máximo em um nível do básico para então começar a pensar em algo próprio. Não é a toa que, quase foi campeão mundial de fisiculturismo e, um dos maiores e mais premiados atletas brasileiros, o Sardinha ainda possua uma forma clássica e o mais perfeita possível de execução de movimentos. Isso me lembra, inclusive algumas épocas de Dorian Yates e, por que não citar ainda, um clássico exemplo de altíssima intensidade aliada com perfeitas execuções, tais quais Mike Mentzer? Apesar de cargas excepcionalmente altas, eles não deixam a desejar em seus movimentos, tornando cada músculo alvo, extremamente atingível. Lee Priest também, apesar dos apesares, pode ser considerado um atleta dessa mesma categoria, a qual normalmente quantifica o movimento, não a carga.
Assim, o iniciante na musculação, deve ser ensinado da forma correta e, deve buscar progressão primeiramente nela.
Se há algo errado na musculação é iniciantes realizando treinamentos de profissionais tarimbados e/ou treinando como alguns deles. Essa foi, por exemplo, outra grande lição que aprendi com o mestre: O desenvolvimento é sempre possível dentro de parâmetros normais, naturais, aceitáveis e, teoricamente corretos. Ninguém pode começar a construir um prédio do topo. Primeiramente, é necessário um alicerce, estruturas firmes e, uma boa estrutura. Após isso, é necessário, efetivamente construir o prédio e, por fim, fazer as finalizações de acabamentos, de retoques, para então, o prédio estar pronto para que não destrua ao primeiro vento ou chuva forte que bater. Assim é com o nosso corpo, quando falo e refalo na necessidade de uma consolidação o mais firme possível, dentro de uma firme estrutura bem alicerceada. Esses dias, por exemplo, vi um rapaz, relativamente forte para a idade dele, treinando relativamente ridículo. Além de uma execução totalmente inadequada, a forma que ele estava realizando as “técnicas” eram mais resultados de uma inspiração motivacional desses vídeos que encontramos na internet do que algo que, de fato ele soubesse o que estava fazendo. O medo que fiquei ao ver o garoto realizar aquilo, foi que, em primeiro lugar ele tivesse um colapso nervoso, tamanho era o esforço que fazia e, em segundo, que tivesse um belo rompimento em algum ligamento do ombro ou, que Deus o guarde disso, uma lesão na coluna, o que seria ainda mais grave. A grosso modo, podemos dizer que, ele poderia estar sentindo uma falsa intensidade ao realizar aqueles movimentos. Isso porque, nem sempre a “dor” ou a “dor tardia pós-treino”, durante a recuperação (que, nesse caso torna-se maior nas articulações e ligamentos do que nos músculos alvo, propriamente ditos), significa sinônimo de resultados e, tampouco de alta intensidade (principalmente no caso dos ombros). Eu mesmo sou um belo exemplo disso, ao, há anos atrás conseguia erguer muito mais carga do que hoje (com péssimas execuções) e, por conseguinte, tenho até hoje lesões e impasses que prejudicam o meu treino. Sei que hoje, poderia ter um desenvolvimento muito melhor se não fossem por erros do passado e é por isso que vos alerto… Mas, infelizmente, assim como eu, o ser humano é cabeça dura e, parece só aprender na prática mesmo.
Resumidamente, devemos nós então considerar os profissionais do fisiculturismo errados e, a ciência correta? Também não sejamos extremos. Em primeiro lugar, devemos saber que esses profissionais possuem não só estruturas bem consolidadas, mas também, técnicas adequadas e desenvolvidas para si mesmos (no empirismo e, nos riscos que devem ter corrido) para realizar alguns movimentos como realizam. Em segundo lugar, devemos saber que esses movimentos, em grande parte são, na verdade adaptações biomecânicas que eles consolidam para si. Veja Ronnie Coleman, por exemplo, realizar o exercício de francesa unilateral. Se olharmos biomecanicamente, o exercício é não só feito de forma incorreta, mas também, com altas chances de sobrecarga na articulação do cotovelo e, no ombro também. Acontece que, como poderia Ronnie Coleman executar o movimento da maneira correta, com o braço na nuca tendo o tamanho de dorsais que ele tem? Fisicamente isso torna-se impossível. E então, ao olharmos Jay Cutler realizar pulldowns? Aqueles trancos na coluna chegam a assustar qualquer um e, muitos de nós meros mortais que tentássemos fazer igual, certamente teríamos sérios prejuízos. Mas, ao olharmos a “ciência do atleta”, força e velocidade geram…? Potência, isso mesmo! E é justamente essa potência que faz Jay Cutler, no patamar avançado que está, continuar evoluindo. Aliás, lembre-se que, quanto mais você treina, mais intreinável fica seu corpo, ou seja, a cada novo estímulo, seu corpo aprende a lidar com ele, ficando cada vez mais difícil incrementar intensidade e rendimento ao treinamento. E é essa a importância, por exemplo, da periodização tanto no exercício físico, quanto na dieta, no descanso, na frequência entre as sessões de treinos, nas metodologias adequadas e assim por diante.
Você quer realmente propor algo diferente ao seu corpo? Se sim, tente metodologias totalmente atípicas das que você já tentou, ou que costuma realizar. Isso, sem sombra de dúvidas, pode ser uma estratégia muito mais viável do que, simplesmente se importar com a carga a ser utilizada, ou com a cópia do que profissionais fazem normalmente em suas rotinas individuais.
Existem coisas que passamos a construir e conquistar apenas e, unicamente com o tempo, ou seja, não há nada que possamos fazer de tão diferente a ponto de mudar isso. A experiência com as ações e reações de nosso corpo, que já é uma máquina individualmente complexa, só pode ser descoberto por nós mesmos, obviamente que, se tivermos ajuda de profissionais qualificados, o trabalho torna-se mais preciso e viável e é aí que eles tornam-se indispensáveis, a fim de propor as diretrizes necessárias.
Como passar do tempo e, com o evoluir de nossos anos com esse estilo de vida por nós escolhidos, quanto mais precisos formos não com X ou Y teoria, mas conosco, melhores serão, por conseguinte, os resultados obtidos, sejam eles em termos alimentares, em termos de treinamentos, periodizações, descansos, frequências e etc.
Conclusão:
Seguir não só profissionais, mas, quaisquer coisas que fujam de buscarmos nossa individualidade fisiobiológica pode ser considerado um grande erro. Lembre-se que os profissionais de fisiculturismo, estão no esporte há muitos anos e já conhecem bem as individualidades de seu corpo. Seguir o treino, dieta, descanso, periodização ou qualquer coisa destes profissionais, é dar ao seu corpo, algo que ele não esta preparado para suportar e acabar tendo alguma lesão. Portanto, procure sempre os protocolos corretos com o auxílio de profissionais competentes. Assim, os riscos de erros serão menores e, no seu futuro, as adaptações se tornarão muito mais viáveis.
Bons treinos!"

 
TREINO DE HOJE :

5   KM   CORRENDO

+   MUSCULAÇÃO

+   2   KM   DE   CAMINHADA

Revista Dieta Já, onde tem uma matéria sobre meu emagrecimento, tri legal !


quinta-feira, 14 de março de 2013

LESÃO E CORRIDA !!

Oi, amigos, tudo bem ?

Alguém aí já teve alguma lesão ? E depois, pra voltar a correr, qual é o momento certo ?? Deixo um texto existente na Revista W Run, a propósito do assunto :
"Treinar e respeitar os limites do corpo é um ponto fundamental para quem deseja correr com segurança. Para as corredoras que se lesionaram, a cautela precisa ser ainda maior, mas com um treino correto é possível voltar ao ritmo. 
“Quem está voltando de uma lesão precisa estar ciente de que é necessário recomeçar sempre com, pelo menos, um mês de caminhada e só depois começar a trotar com uma intensidade leve, sendo que o ritmo adequado depende da contusão”, aconselha Caio Vinícius de Souza, treinador da MPR assessoria esportiva.
 
O retorno aos treinos precisa estar de acordo com o ritmo que a corredora estava acostumada. “Para quem corria 10 km, por exemplo, o tempo máximo de treino deve ser de 45min. Quanto menor for a distância à qual a mulher estava acostumada, menor o tempo recomendado”, afirma Souza.
 
A musculação também é muito importante para que a readaptação à corrida seja mais rápida. “Ela é crucial para um bom desempenho. O mais indicado para a mulher que sofreu uma lesão é priorizar exercícios de equilíbrio”, completa Souza."
 
TREINO DE HOJE :
 
5  KM  DE  CAMINHADA
 
+  MUSCULAÇÃO
 
 
 
Foto : Ipanema, em dia nublado.
 

quarta-feira, 13 de março de 2013

TREINO DE QUARTA ...



TREINO DE HOJE :

8   KM   CORRENDO,
ENTRE  A  ORLA  E  A  AV.  CEL.  MARCOS

2   KM   DE   CAMINHADA


Meu por-de-sol !


terça-feira, 12 de março de 2013

SECAR SEM PERDER FORÇA !!

Oi, amigos ! Vejam só que texto legal, de autoria de Patrícia Orlando, na Revista W Run. a respeito de nutrição !

"SECAR SEM PERDER FORÇA.

É desejo de inúmeras mulheres perder aqueles quilinhos a mais. Mas muitas acham difícil eliminá-los sem queimar massa magra (músculo). E esse medo não é à toa. Afinal, com o emagrecimento, todo o trabalho de fortalecimento muscular pode realmente ir por água abaixo. Sem contar que, dessa maneira, o risco de se lesionar aumenta.
No entanto, você pode virar esse jogo. “Não há porque ter receio. Afinal, com um plano alimentar correto, a mulher consegue perder somente gordura e preservar a massa magra”, afirma a nutricionista Lucianna Jardim, da Way Diet Nutrição Exclusiva, do Rio de Janeiro. Além disso, é importante colocar na rotina um trabalho de fortalecimento – para manter a massa muscular (e até aumentar, quando esse for o desejo). Aqui, as considerações da nutricionista para que você ajuste o cardápio e fique fina e durinha!
A importância do carboidrato
Muita atenção na hora de montar o prato. É preciso lembrar que uma dieta apenas à base de proteína, retirando o carboidrato, não é interessante – ao contrário do que muita gente pensa. “A combinação de proteína com carboidrato é que estimula a síntese protéica, ajudando a criar massa muscular e reduzindo a sua degradação”, explica Lucianna. Isso acontece porque o carboidrato potencializa o processo anabólico (de crescimento) do exercício – e isso em até duas horas depois do treino (que, por sinal, é o momento em que há maior síntese protéica). “Além disso, é importante lembrar que é o carboidrato que fornece energia para o corpo realizar as diversas atividades do dia a dia”, ressalta. Por isso, não deve ser considerado um vilão, e sim um aliado.
Ômega 3: nutriente essencial
Encontrado nos peixes, o ômega 3 é ótimo para recuperação e aumento da massa muscular. “Isso porque ele reduz o processo inflamatório gerado pela atividade física”, diz Lucianna. Por isso, não deve ser descartado da dieta de quem quer emagrecer sem perder massa muscular.
Outros nutrientes importantesSegundo Lucianna, o equilíbrio na hora da refeição é essencial. Só assim você vai fazer com que os nutrientes que ajudam no aumento de massa muscular não sejam designados para outras funções. Veja aqui alguns que não podem ficar de fora do seu prato:
Cromo: presente no brócolis, cogumelos, levedura de cerveja, uva, tomate, grãos e integrais. Ele potencializa a ação da insulina, que estimula a captação de glicose e aminoácidos pelas células – assim, forma-se um estoque de proteínas (essencial para quem está emagrecendo).
Vitamina D: encontrada no salmão. A deficiência dessa vitamina pode causar fraqueza muscular e redução de massa magra.
Vitamina C: está na acerola, goiaba, manga, limão, laranja, morango, tomate, kiwi e caju. É importante para o metabolismo de aminoácidos e proteínas e para a formação de colágeno, que previne a flacidez, problema muito comum quando você emagrece. "
TREINO DE HOJE :
5   KM   CORRENDO
(na esteira, chovia e não estava disposta a me molhar)
+   MUSCULAÇÃO
+   2   KM   DE   CAMINHADA
Nossa orla (dia de sol, de verão)

segunda-feira, 11 de março de 2013

SÍNDROME DA ABSTINÊNCIA DO EXERCÍCIO !!!!

Olá, amigos, tudo bem ? Aí vai um texto para vocês lerem, a respeito da SÍNDROME DA ABSTINÊNCIA DO EXERCÍCIO ... Os sintomas são semelhantes à abstinência de drogas, pois provoca alteração no humor, depressão, desânimo.  O texto é de autoria de Yaera Achôa. Bem legal pra ler, lá vai :

"Ter baixa de energia, sentir-se triste ou deprimido, ficar irritado ou mal humorado, ignorar as ordens médicas. Mais do que contrariedade, teimosia ou inconsequência por parte do esportista, estes comportamentos podem ser sintomas da síndrome da abstinência dos exercícios.
As sensações desagradáveis relacionadas à privação de alguns dias de treino parecem ser similares à síndrome de abstinência causada pelas drogas. “Elas possivelmente estão relacionadas à produção e dependência dos opióides endógenos (encefalinas e endorfinas)”, diz Altair Argentino Pereira Júnior, mestre em Ciências do Movimento Humano pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e docente do Centro Universitário de Brusque (Unifebe).
O coordenador de manutenção Augusto de Barros Guimarães, 39 anos, de Belo Horizonte, sempre teve problemas para dormir, a ponto de receber prescrição médica de remédios para pegar no sono.
Até que, em 2008, a corrida entrou em sua vida. “Foi uma maravilha. Em pouco tempo eu reduzi as doses dos medicamentos e depois zerei a necessidade dos comprimidos”, conta.
Entusiasmado e por conta própria, passou a correr 10 quilômetros por dia, de domingo a domingo – carga excessiva para um iniciante.
Até que o corpo apitou, com uma fratura por estresse na tíbia. Resultado: Augusto teve de parar completamente com a atividade física por dois meses. “Não era só o bem-estar físico, tinha o emocional também. Encarar essa parada forçada foi bem difícil. Em 10 dias já estava pedindo para voltar com os remédios para dormir”. A ansiedade também foi às alturas e ele chegou a se sentir deprimido e sem energia para realizar as atividades cotidianas. Em seu retorno ao esporte, queria recuperar o tempo perdido. Ele compara: “Todo ano, no período da quaresma, fico 40 dias sem comer carne. Sinto falta, mas em poucos dias me acostumo. Quando volto a comer carne, me contento com porções menores. Com a corrida não foi assim. Retornei buscando ir mais longe e mais rápido”. Este novo abuso o levou a uma segunda lesão, seis meses depois.
Com diagnóstico de tendinite patelar, teria de ficar mais 30 dias de molho. Mas Augusto não parou. “Peguei mais leve, mas não interrompi a atividade física. Fiquei com medo de voltar ao estágio inicial dos remédios para dormir”, conta o corredor.
No caso do gerente de serviços de tecnologia Leandro Turbino, de 32 anos, de São Paulo, foi a vida profissional que o afastou do esporte. “Estava praticando atividade física há dois anos, constantemente. Mudei de função no trabalho, minha rotina se alterou e não consegui mais treinar. Uma semana depois já notava alteração de humor e baixa de energia”, conta.
Uma coisa levou à outra e agora ele luta contra a falta de disposição até para ações diárias, como brincar com as filhas ou aguentar o ritmo intenso no escritório. “Sinto falta do bem-estar que o exercício proporciona”.
Pesquisas apontam que alguns corredores apresentam sintomas de abstinência, tais como irritabilidade, ansiedade, depressão e sentimentos de culpa quando impedidos de participar de suas rotinas de corridas regulares. Em alguns casos, a coisa pode se agravar pela dependência ao próprio exercício.
“A prática regular de atividade física pode produzir vários efeitos benéficos à saúde, mas estudos indicam que, quando são realizadas de maneira compulsiva, podem resultar em dependência patológica”, alerta o professor Altair. E uma vez dependentes, esses indivíduos ficam vulneráveis ao quadro da síndrome do excesso de treinamento (SET).
O círculo vicioso está armado: a dependência pode levar ao aumento de carga e à prática intensiva de exercícios que por sua vez podem levar a lesões e à interrupção da atividade, gerando distúrbios de humor, indisposição, depressão.
“É preocupante ver algumas pessoas que, obrigadas a parar por algum motivo – lesão, viagem, falta de tempo –, acham que o mundo vai acabar. Cabe a nós, profissionais, ficarmos atentos e chamar a atenção em caso de necessidade” afirma o professor de educação física e personal trainer Leonardo Barbosa, da Reebok Sport Club, de São Paulo.
Atletas de todos os níveis de performance correm o risco de sofrer da síndrome do excesso de treinamento. Mas são considerados altamente suscetíveis ao desenvolvimento do quadro: indivíduos muito motivados, atletas de alto rendimento, pessoas que retornam precocemente aos treinos (antes de estarem completamente recuperadas de suas lesões), atletas e não atletas auto-treinados e pessoas com orientação técnica não qualificada.
O que fazer
“Por mais que a atividade física seja prazerosa, é importante entender que ela é apenas uma parte da vida. Pode até ter um grau de importância alto para você, mas não a ponto de torná-lo dependente”, alerta o psicólogo do esporte José Anibal Azevedo Marques, da Interação Psicologia e Esporte, de São Paulo.
Em caso de parada por orientação médica, respeite o período proposto para a recuperação. Se o problema for falta de tempo na agenda, tente marcar um determinado dia para a volta. Trace um plano gradual para o retorno e trabalhe sua determinação para cumprir o compromisso com você mesmo. “Nada está perdido. Não vão ser duas ou três semanas de afastamento que irão acabar com sua vida atlética”, reforça Leonardo Barbosa.
Para compensar o fato de não poder praticar sua atividade preferida momentaneamente, vale buscar alternativas: desde técnicas de relaxamento até outros exercícios que possam ser executados sem agravar possíveis lesões existentes.
“Se você machucou o joelho, por exemplo, procure trabalhar os membros superiores”, sugere o professor Leonardo. A tradutora e intérprete de mandarim e inglês Venuza Ho, de 26 anos, de São Paulo, soube lidar bem com sua parada obrigatória. Acostumada a correr com frequência nos últimos quatro anos, ela ficou impossibilitada de praticar a atividade por dois meses devido a uma pequena lesão após a Maratona do Rio de Janeiro, em julho. “Fiquei triste, mas sabia que era temporário. Aproveitei a oportunidade para focar em outras coisas, como estudar para um novo vestibular. Para não ficar parada completamente, fui pedalar”, diz. Aliviada por não sentir mais dores, ela já retomou os treinos e programa uma nova prova de longa distância – mas somente para o ano que vem."

TREINO DE HOJE :

4,5  KM  DE  CAMINHADA

+  10  MINUTOS  DE  TRANSPORT
(carga 5)

+  MUSCULAÇÃO


O Guaibão, sábado passado.

domingo, 10 de março de 2013

sábado, 9 de março de 2013

TREINO DE SÁBADO !!!

TREINO DE HOJE :

CORRENDO,

5 X 2
5 X 2
3 X 2
3 X 2
1 X 2
1 X 2
 
depois, só trote 
 
TOTAL :  5 KM
 
 
 
3  KM  DE  CAMINHADA
 
Hoje cedo !
 O  Guaíba, hoje bem cedinho !